O futebol feminino da Chapecoense vai passar por um drástico corte de verbas. Segundo relatos de funcionários que pediram para não serem ide...
O futebol feminino da Chapecoense vai passar por um drástico corte de verbas. Segundo relatos de funcionários que pediram para não serem identificados, a Justiça determinou o valor da indenização que o clube terá que pagar às famílias das vítimas do acidente aéreo que vitimou o elenco em 2016*. Como o orçamento anual da Chape para o departamento de futebol não poderia sanar a dívida e ainda arcar com as despesas cotidianas, a diretoria será a cortar gastos, principalmente na equipe feminina, mantida em parceria com a Associação Desportiva Lourdes Lago (ADELL).
O plano, anunciado às atletas em reunião na manhã desta terça-feira, é reduzir 70% do investimento na modalidade. De acordo com fontes, o clube terá conversas particulares com todas as atletas da equipe adulta — que terão a opção de seguir vestindo a camisa da Chape, desde que aceitem receber salários menores. As que não aceitarem as novas condições serão indicadas para outras equipes.
Além dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc), o time adulto da Chapecoense disputa a Série A2 do Brasileiro — da qual foi eliminado nas quartas de final — e o Campeonato Catarinense, previsto para ocorrer no segundo semestre. Como neste momento o time adulto não está disputando torneios oficiais, acabou sendo o principal alvo dos cortes. As jogadoras com menos de 17 anos, que recebem salários menores em comparação com as profissionais e ainda têm competições em aberto, devem continuar.
O futebol feminino da Chapecoense vai passar por um drástico corte de verbas. Segundo relatos de funcionários que pediram para não serem identificados, a Justiça determinou o valor da indenização que o clube terá que pagar às famílias das vítimas do acidente aéreo que vitimou o elenco em 2016*. Como o orçamento anual da Chape para o departamento de futebol não poderia sanar a dívida e ainda arcar com as despesas cotidianas, a diretoria será a cortar gastos, principalmente na equipe feminina, mantida em parceria com a Associação Desportiva Lourdes Lago (ADELL).
O plano, anunciado às atletas em reunião na manhã desta terça-feira, é reduzir 70% do investimento na modalidade. De acordo com fontes, o clube terá conversas particulares com todas as atletas da equipe adulta — que terão a opção de seguir vestindo a camisa da Chape, desde que aceitem receber salários menores. As que não aceitarem as novas condições serão indicadas para outras equipes.
Além dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc), o time adulto da Chapecoense disputa a Série A2 do Brasileiro — da qual foi eliminado nas quartas de final — e o Campeonato Catarinense, previsto para ocorrer no segundo semestre. Como neste momento o time adulto não está disputando torneios oficiais, acabou sendo o principal alvo dos cortes. As jogadoras com menos de 17 anos, que recebem salários menores em comparação com as profissionais e ainda têm competições em aberto, devem continuar.
De acordo com as fontes ouvidas pela reportagem, as atletas foram pegas de surpresa e estão “decepcionadas” com a notícia. Segundo relatos, a medida também pode afetar as categorias inferiores do futebol masculino e o quadro de funcionários.
A Chapecoense confirmou a redução de gastos, mas alega que haverá apenas um “reajuste” nos valores repassados à ADELL. Porém, garante a continuidade da parceria, observando as novas regras da Conmebol e da CBF sobre a manutenção de equipes femininas adulta e de base.
"A Associação Chapecoense de Futebol informa que, para as competições nacionais do futebol feminino em 2019, mais precisamente as participações do clube no Campeonato Brasileiro Feminino A2 e no Campeonato Brasileiro Feminino Sub 18, foi feita uma parceria com a Associação Desportiva Lourdes Lago - ADELL, para qual a Chapecoense repassa um valor mensal de ajuda de custo à instituição para ser realocado em recursos", afirmou.
“Com o encerramento das participações da equipe nos torneios nacionais, conforme foi alinhado previamente, o valor passou por um reajuste. O clube mantém a parceria. Portanto, cumpre com a obrigatoriedade da CBF.”
A Chapecoense não respondeu às perguntas específicas sobre se o corte de verbas tem relação com a indenização das vítimas da tragédia aérea de 2016, porém nega que a redução irá abranger o futebol masculino.
Questionada se havia receio da reformulação fazer o clube perder jogadoras importantes e impactar o desenvolvimento do time feminino nos próximos torneios, a assessoria se limitou a responder que “algumas atletas já tem contratos firmados com outros cubes”.
A Chapecoense fechou parceria com a ADELL no começo de 2018. Como disse na época do acordo o então diretor executivo Rui Costa, o projeto é de extrema importância “para o clube e para a comunidade". “Temos uma grande tradição no futebol feminino na região e aliar essa tradição essa tradição ao nome da Chapecoense é motivo de orgulho", afirmou o dirigente, que deixou o time em agosto de 2018.
Fonte: Yahooesportes
O plano, anunciado às atletas em reunião na manhã desta terça-feira, é reduzir 70% do investimento na modalidade. De acordo com fontes, o clube terá conversas particulares com todas as atletas da equipe adulta — que terão a opção de seguir vestindo a camisa da Chape, desde que aceitem receber salários menores. As que não aceitarem as novas condições serão indicadas para outras equipes.
Além dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc), o time adulto da Chapecoense disputa a Série A2 do Brasileiro — da qual foi eliminado nas quartas de final — e o Campeonato Catarinense, previsto para ocorrer no segundo semestre. Como neste momento o time adulto não está disputando torneios oficiais, acabou sendo o principal alvo dos cortes. As jogadoras com menos de 17 anos, que recebem salários menores em comparação com as profissionais e ainda têm competições em aberto, devem continuar.
O futebol feminino da Chapecoense vai passar por um drástico corte de verbas. Segundo relatos de funcionários que pediram para não serem identificados, a Justiça determinou o valor da indenização que o clube terá que pagar às famílias das vítimas do acidente aéreo que vitimou o elenco em 2016*. Como o orçamento anual da Chape para o departamento de futebol não poderia sanar a dívida e ainda arcar com as despesas cotidianas, a diretoria será a cortar gastos, principalmente na equipe feminina, mantida em parceria com a Associação Desportiva Lourdes Lago (ADELL).
O plano, anunciado às atletas em reunião na manhã desta terça-feira, é reduzir 70% do investimento na modalidade. De acordo com fontes, o clube terá conversas particulares com todas as atletas da equipe adulta — que terão a opção de seguir vestindo a camisa da Chape, desde que aceitem receber salários menores. As que não aceitarem as novas condições serão indicadas para outras equipes.
Além dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc), o time adulto da Chapecoense disputa a Série A2 do Brasileiro — da qual foi eliminado nas quartas de final — e o Campeonato Catarinense, previsto para ocorrer no segundo semestre. Como neste momento o time adulto não está disputando torneios oficiais, acabou sendo o principal alvo dos cortes. As jogadoras com menos de 17 anos, que recebem salários menores em comparação com as profissionais e ainda têm competições em aberto, devem continuar.
De acordo com as fontes ouvidas pela reportagem, as atletas foram pegas de surpresa e estão “decepcionadas” com a notícia. Segundo relatos, a medida também pode afetar as categorias inferiores do futebol masculino e o quadro de funcionários.
A Chapecoense confirmou a redução de gastos, mas alega que haverá apenas um “reajuste” nos valores repassados à ADELL. Porém, garante a continuidade da parceria, observando as novas regras da Conmebol e da CBF sobre a manutenção de equipes femininas adulta e de base.
"A Associação Chapecoense de Futebol informa que, para as competições nacionais do futebol feminino em 2019, mais precisamente as participações do clube no Campeonato Brasileiro Feminino A2 e no Campeonato Brasileiro Feminino Sub 18, foi feita uma parceria com a Associação Desportiva Lourdes Lago - ADELL, para qual a Chapecoense repassa um valor mensal de ajuda de custo à instituição para ser realocado em recursos", afirmou.
“Com o encerramento das participações da equipe nos torneios nacionais, conforme foi alinhado previamente, o valor passou por um reajuste. O clube mantém a parceria. Portanto, cumpre com a obrigatoriedade da CBF.”
A Chapecoense não respondeu às perguntas específicas sobre se o corte de verbas tem relação com a indenização das vítimas da tragédia aérea de 2016, porém nega que a redução irá abranger o futebol masculino.
Questionada se havia receio da reformulação fazer o clube perder jogadoras importantes e impactar o desenvolvimento do time feminino nos próximos torneios, a assessoria se limitou a responder que “algumas atletas já tem contratos firmados com outros cubes”.
A Chapecoense fechou parceria com a ADELL no começo de 2018. Como disse na época do acordo o então diretor executivo Rui Costa, o projeto é de extrema importância “para o clube e para a comunidade". “Temos uma grande tradição no futebol feminino na região e aliar essa tradição essa tradição ao nome da Chapecoense é motivo de orgulho", afirmou o dirigente, que deixou o time em agosto de 2018.
Fonte: Yahooesportes


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