Uma das principais revelações do atletismo brasileiro no últimos anos não vai disputar o Pan de Lima. A mineira Núbia Soares, do salto tripl...
Uma das principais revelações do atletismo brasileiro no últimos anos não vai disputar o Pan de Lima. A mineira Núbia Soares, do salto triplo, está com uma lesão no tendão de Aquiles na perna direita, passou por exames no último sábado, dia 27, e foi constatado uma tendinopatia, normalmente causada por sobrecarga ou esforço repetitivo.
O processo de recuperação é de quatro a seis semanas. Não há hematomas ou deformidades, como também não foi detectado rompimento de nenhum músculo ou tendão. O tratamento é à base de fisioterapia, que ela fará no Brasil. As dores foram detectadas durante o período de treinamento na Espanha, onde Núbia trabalha com o técnico cubano Ivan Pedroso.
- Já convivo com esta dor desde fevereiro, março. Fomos controlando, fazendo ressonâncias, tratamentos e muito fortalecimento. Conseguia treinar e saltar, mesmo que com um pouco de dor. Só que, há um mês e meio ou dois meses mais ou menos, a dor piorou muito, então começamos a ficar mais atentos, afinal é um tendão de Aquiles. Não foi uma coisa que surgiu do nada, só piorou subitamente, me impossibilitando de treinar e, consequentemente, de saltar – afirmou Núbia.
Núbia Soares era uma das candidatas à medalha no Pan. Ela foi a terceira melhor do mundo no salto triplo em 2018, e estava treinando na pequena cidade espanhola de Guadalajara em busca de evolução para brigar por medalhas em Lima e também no Mundial de Atletismo, que acontece em setembro, em Doha, no Qatar.
A triplista voltou a saltar em junho passado, após quase um ano sem competir, recuperando-se de uma outra lesão. E logo conseguiu os índices para o Pan e para o Mundial. Núbia tem o recorde sul-americano do salto triplo, com 14,69m - marca que deixou a atleta na terceira colocação do ranking mundial no ano passado. Em Lima, o salto triplo é um dos eventos mais aguardados porque reunirá a atual campeã mundial e a atual campeã olímpica da prova, respectivamente, Caterine Ibarguen, da Colômbia, e Yulimar Rojas, da Venezuela.
- Vou assistir ao Pan, não tenho nenhum problema referente a isso. O time do Brasil também está muito forte, creio que os representantes do atletismo trarão mais medalhas que no último Pan (13), com certeza muitos ouros (foram dois em 2015). E o salto triplo é uma prova linda de se ver. Com certeza será uma prova muito forte. Vai ganhar quem saltar mais longe – brinca Núbia sobre as rivais Caterine e Yulimar, esta última que treina com ela em Guadalajara.
Essa não é a primeira vez que Núbia fica fora de um grande evento às vésperas da disputa por lesão. Em 2017, ela não competiu no Mundial de Atletismo de Londres, na Inglaterra, porque teve uma ruptura parcial da fáscia plantar (a membrana que recobre a musculatura da sola do pé).
Também por lesão, foram cortados da equipe de atletismo os atletas Paulo Sérgio dos Santos Oliveira, do salto em distância, e Luiz Alberto de Araújo, do decatlo. Assim, a delegação do atletismo passa a ter 45 competidores em Lima e o Time Brasil competirá com um total de 482 atletas neste Pan. As competições de atletismo começam no domingo.
Fonte: GloboEsporte
O processo de recuperação é de quatro a seis semanas. Não há hematomas ou deformidades, como também não foi detectado rompimento de nenhum músculo ou tendão. O tratamento é à base de fisioterapia, que ela fará no Brasil. As dores foram detectadas durante o período de treinamento na Espanha, onde Núbia trabalha com o técnico cubano Ivan Pedroso.
- Já convivo com esta dor desde fevereiro, março. Fomos controlando, fazendo ressonâncias, tratamentos e muito fortalecimento. Conseguia treinar e saltar, mesmo que com um pouco de dor. Só que, há um mês e meio ou dois meses mais ou menos, a dor piorou muito, então começamos a ficar mais atentos, afinal é um tendão de Aquiles. Não foi uma coisa que surgiu do nada, só piorou subitamente, me impossibilitando de treinar e, consequentemente, de saltar – afirmou Núbia.
Núbia Soares era uma das candidatas à medalha no Pan. Ela foi a terceira melhor do mundo no salto triplo em 2018, e estava treinando na pequena cidade espanhola de Guadalajara em busca de evolução para brigar por medalhas em Lima e também no Mundial de Atletismo, que acontece em setembro, em Doha, no Qatar.
- Minha maior preocupação sempre foi uma ruptura. Fico feliz que não há nenhuma, e consequentemente não será necessária nenhuma cirurgia. No primeiro dia, a dor me impossibilitou de caminhar normalmente, mas dois dias depois já estava tranquila novamente. Agora já está tudo como era antes, andando normalmente. Temos ainda o Mundial pela frente, que é muito importante – diz a mineira de 23 anos.
A triplista voltou a saltar em junho passado, após quase um ano sem competir, recuperando-se de uma outra lesão. E logo conseguiu os índices para o Pan e para o Mundial. Núbia tem o recorde sul-americano do salto triplo, com 14,69m - marca que deixou a atleta na terceira colocação do ranking mundial no ano passado. Em Lima, o salto triplo é um dos eventos mais aguardados porque reunirá a atual campeã mundial e a atual campeã olímpica da prova, respectivamente, Caterine Ibarguen, da Colômbia, e Yulimar Rojas, da Venezuela.
- Vou assistir ao Pan, não tenho nenhum problema referente a isso. O time do Brasil também está muito forte, creio que os representantes do atletismo trarão mais medalhas que no último Pan (13), com certeza muitos ouros (foram dois em 2015). E o salto triplo é uma prova linda de se ver. Com certeza será uma prova muito forte. Vai ganhar quem saltar mais longe – brinca Núbia sobre as rivais Caterine e Yulimar, esta última que treina com ela em Guadalajara.
Essa não é a primeira vez que Núbia fica fora de um grande evento às vésperas da disputa por lesão. Em 2017, ela não competiu no Mundial de Atletismo de Londres, na Inglaterra, porque teve uma ruptura parcial da fáscia plantar (a membrana que recobre a musculatura da sola do pé).
- Eu tenho o Mundial pela frente. Foi complicado aceitar, mas preciso estar focada na recuperação para melhorar logo e voltar com mais força ainda pro Mundial. Essas coisas acontecem, mas não posso ficar presa a este problema. Foco no que posso melhorar – concluiu Núbia.
Também por lesão, foram cortados da equipe de atletismo os atletas Paulo Sérgio dos Santos Oliveira, do salto em distância, e Luiz Alberto de Araújo, do decatlo. Assim, a delegação do atletismo passa a ter 45 competidores em Lima e o Time Brasil competirá com um total de 482 atletas neste Pan. As competições de atletismo começam no domingo.
Fonte: GloboEsporte



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