Os trocadilhos com o nome do país já podem cessar. As Ilhas Virgens Britânicas tiveram sua primeira vez no Pan. E foi de ouro! O arquipélago...
Os trocadilhos com o nome do país já podem cessar. As Ilhas Virgens Britânicas tiveram sua primeira vez no Pan. E foi de ouro! O arquipélago que nunca antes na história dos Jogos havia ganhado uma medalha sequer, enfim, conseguiu. E subiu logo ao lugar mais alto do pódio pan-americano na estreia. A autora da façanha foi Chantel Malone, ouro no salto em distância, em Lima, na noite fria de segunda-feira.
A saltadora era uma das grandes apostas das Ilhas Virgens Britânicas para este Pan. Afinal, Chantel tem atualmente a terceira melhor marca do mundo na prova. No entanto, já são 18 edições do Pan de jejum. Um fardo que, a partir de hoje, apenas Aruba pode carregar. Dos 41 países pertencentes à Panam Sports, a organização que rege o esporte no continente, apenas os arubanos não sabem o que é estar em cima do pódio, seja em qual posição for.
Chantel foi campeã com um salto de 6,68 metros. Ainda longe de sua melhor marca do ano: 6,90 m. A prata ficou com a americana Keturah Orji (6,66 m) e o bronze com a jamaicana Tisssana Hickling (6,59 m). A colombiana Caterine Ibargüen (6,54m), campeã olímpica do salto triplo, ficou apenas na quinta colocação. Ela, porém, é uma das favoritas ao ouro na sua principal prova.
A nova campeã pan-americana, curiosamente, nasceu em Porto Rico há 27 anos. Mas nesta terça entrou para a história do pequeno arquipélago de 40 ilhas, pouco mais de 153 quilômetros quadrados e 32 mil habitantes. O país entrou nos Jogos Pan-Americanos a partir da edição de 1983. E esta primeira vez, eles nunca esquecerão.
Fonte: GE
- Foi incrível, eu estava focada em mim mesma e sabia que o país estaria muito orgulhoso com a medalha – afirmou Chantel...
A saltadora era uma das grandes apostas das Ilhas Virgens Britânicas para este Pan. Afinal, Chantel tem atualmente a terceira melhor marca do mundo na prova. No entanto, já são 18 edições do Pan de jejum. Um fardo que, a partir de hoje, apenas Aruba pode carregar. Dos 41 países pertencentes à Panam Sports, a organização que rege o esporte no continente, apenas os arubanos não sabem o que é estar em cima do pódio, seja em qual posição for.
- Eu nunca pensei nesse peso da primeira medalha. Mas eu sei o que representa, a responsabilidade em inspirar as pessoas, quero ser esse rosto do atletismo no país, para saberem que é possível chegar aqui – explicou Chantel.
Chantel foi campeã com um salto de 6,68 metros. Ainda longe de sua melhor marca do ano: 6,90 m. A prata ficou com a americana Keturah Orji (6,66 m) e o bronze com a jamaicana Tisssana Hickling (6,59 m). A colombiana Caterine Ibargüen (6,54m), campeã olímpica do salto triplo, ficou apenas na quinta colocação. Ela, porém, é uma das favoritas ao ouro na sua principal prova.
A nova campeã pan-americana, curiosamente, nasceu em Porto Rico há 27 anos. Mas nesta terça entrou para a história do pequeno arquipélago de 40 ilhas, pouco mais de 153 quilômetros quadrados e 32 mil habitantes. O país entrou nos Jogos Pan-Americanos a partir da edição de 1983. E esta primeira vez, eles nunca esquecerão.
Fonte: GE


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