A história de cinco mulheres de Uberlândia ganhou as páginas de um livro. Da primeira uberlandense a participar de uma Paralimpíada à atleta...
A história de cinco mulheres de Uberlândia ganhou as páginas de um livro. Da primeira uberlandense a participar de uma Paralimpíada à atleta que usa a força dos braços para superar a restrição de movimentos na perna, a obra "Guerreiras" conta relatos inéditos de Amanda Sousa, do halterofilismo, Daniele Martins, da bocha, Gisele Ferreira, do goalball, Joana Silva, do atletismo, e Laila Suzigan, da natação. Mulheres estas que descobriram o sentido da vida ao enfrentarem a deficiência com o auxílio do esporte.
O livro, que retrata o amor pelo paradesporto das cinco para-atletas da cidade, foi escrito pela jornalista Cíntia Sousa e será lançado nesta sexta-feira, às 19h, na Oficina Cultural, na rua Tiradentes, 24, no Bairro Fundinho, em Uberlândia. A entrada no evento, que contará com a presença das personagens, é gratuita e o preço de venda do livro será de R$ 50.
– O desafio foi selecionar apenas cinco personagens para o livro, já que Uberlândia possui um vasto número de para-atletas que são desconhecidas da nossa sociedade e que possuem histórias incríveis. Com o livro aprendi a ver a deficiência não com o olhar de pena, pois estas mulheres me mostraram a força da mulher e que deficiência não deve ser uma desculpa para não lutarmos pelos nossos sonhos – disse a autora.
Amanda Sousa pratica halterofilismo na categoria até 73 kg e conta que a força dos braços a fez esquecer a restrição dos movimentos da perna. Daniele Martins, da bocha, se dedica ao esporte universitário após uma carreira consolidada e vitoriosa.
Gisele Ferreira, do goalball, relata que as conquistas no esporte criado exclusivamente para deficientes visuais permitiram o nascimento de uma nova Gisele. Joana Silva, por outro lado, descobriu a deficiência visual aos 40 anos de idade. Mas apesar do começo tardio no paradesporto, colheu resultados rapidamente no atletismo. É a primeira mulher uberlandense a participar de uma Paralimpíada.
Laila Suzigan, diagnosticada com paralisia cerebral aos nove anos, é uma promessa do paradesporto. Laila, ao lado de Amanda, disputa o Parapan-Americano de Lima, no Peru, no fim do mês de agosto.
"Guerreiras: histórias de mulheres para-atletas nunca antes contadas" é resultado de uma pesquisa realizada durante o mestrado profissional do Programa de Pós-Graduação em Tecnologias, Comunicação e Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Uberlândia, sob a orientação do professor Rafael Venancio.
Fonte: GE
O livro, que retrata o amor pelo paradesporto das cinco para-atletas da cidade, foi escrito pela jornalista Cíntia Sousa e será lançado nesta sexta-feira, às 19h, na Oficina Cultural, na rua Tiradentes, 24, no Bairro Fundinho, em Uberlândia. A entrada no evento, que contará com a presença das personagens, é gratuita e o preço de venda do livro será de R$ 50.
– O desafio foi selecionar apenas cinco personagens para o livro, já que Uberlândia possui um vasto número de para-atletas que são desconhecidas da nossa sociedade e que possuem histórias incríveis. Com o livro aprendi a ver a deficiência não com o olhar de pena, pois estas mulheres me mostraram a força da mulher e que deficiência não deve ser uma desculpa para não lutarmos pelos nossos sonhos – disse a autora.
Amanda Sousa pratica halterofilismo na categoria até 73 kg e conta que a força dos braços a fez esquecer a restrição dos movimentos da perna. Daniele Martins, da bocha, se dedica ao esporte universitário após uma carreira consolidada e vitoriosa.
Gisele Ferreira, do goalball, relata que as conquistas no esporte criado exclusivamente para deficientes visuais permitiram o nascimento de uma nova Gisele. Joana Silva, por outro lado, descobriu a deficiência visual aos 40 anos de idade. Mas apesar do começo tardio no paradesporto, colheu resultados rapidamente no atletismo. É a primeira mulher uberlandense a participar de uma Paralimpíada.
Laila Suzigan, diagnosticada com paralisia cerebral aos nove anos, é uma promessa do paradesporto. Laila, ao lado de Amanda, disputa o Parapan-Americano de Lima, no Peru, no fim do mês de agosto.
"Guerreiras: histórias de mulheres para-atletas nunca antes contadas" é resultado de uma pesquisa realizada durante o mestrado profissional do Programa de Pós-Graduação em Tecnologias, Comunicação e Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Uberlândia, sob a orientação do professor Rafael Venancio.
Fonte: GE





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