Na última vez em que a paraibana Bethe Correia lutou, ela perdeu 30% da bolsa ao falhar no corte de peso. Antes do UFC 237, no Rio de Janeir...
Na última vez em que a paraibana Bethe Correia lutou, ela perdeu 30% da bolsa ao falhar no corte de peso. Antes do UFC 237, no Rio de Janeiro, em maio, a lutadora peso-galo (até 61,7kg) ficou 2,2kg acima do limite e acabou penalizada no pagamento. No próximo sábado, dia 21, Bethe volta ao octógono e enfrenta Sijara Eubanks no UFC Cidade do México.
- Já tive dificuldades, já tive lutas que bati com mais facilidade, é difícil você dar uma causa só. Não sei se foi por estar há dois anos parada. Acho que lutar no Rio sempre tem uma pressãozinha a mais, é um jogo de coisas. Às vezes o organismo no momento não ajudou. Organismo às vezes funciona em um evento, em outro não funciona tão bem. Quando você fala em perda de peso é complicado, não é matemática. O corpo da gente não é uma matemática exata, foi uma coisa que não deu certo naquela, mas não quero que ocorra de novo - disse a lutadora, que na ocasião do UFC 237 vinha de um período de 23 meses sem lutar.
Bethe avisa que desta vez tem diminuído o peso sem maiores problemas. Ela chegou ao México três semanas antes da luta para se ambientar melhor à altitude de 2.250m.
- Cheguei aqui já tem pouco mais de duas semanas, fiz um cálculo para ficar três semanas até a luta. Muitas pessoas falaram que tiveram problemas com a altitude, muitos atletas chegam antes, então resolvi vir antes para não ter surpresa (...). Estou me sentindo bem melhor também, acho que isso conta muito, estou treinando bem, o peso está baixando bem, não estou tendo a dificuldade que tive na outra luta. Acho que vai dar tudo certo.
A última vitória da lutadora paraibana de 36 anos foi em setembro de 2016, quando bateu Jessica Eye por decisão dividida no UFC 203. Depois, empatou com Marion Reneau e perdeu para Holly Holm e Irene Aldana. Tudo o que ela mais quer é ver de novo o braço levantado ao fim da luta.
- Vejo tudo o que passei como uma experiência. Só me fez ganhar mais experiência. O que deu certo e o que não deu certo. Já passei por muitas coisas, boas e ruins, não tenho nada a reclamar da minha trajetória no UFC, sou veterana, muito experiente. Não é só de vitórias que se faz uma atleta, e agora quero muito sentir meu braço levantado de novo, porque foi só em 2016 (a última vez).
Sempre sob o comando do treinador e marido Edelson Silva, Bethe Correia fez a maior parte de sua preparação na BTT Lagoa, do ex-campeão do UFC Murilo Bustamante, no Rio de Janeiro.
No UFC México, a brasileira terá uma adversária apenas dois anos mais nova, mas ainda em busca de um espaço no Ultimate. Em 2017, Eubanks chegou à final do TUF 26, mas no peso-mosca (até 56kg), mas um problema com a perda de peso a tirou da luta com Nicco Montaño. Na sequência, a americana estreou no UFC e venceu Lauren Murphy e Roxanne Modafferi. Mas ao subir ao peso-galo contra Aspen Ladd, na última luta, perdeu por decisão unânime.
As duas lutadoras estão juntas no ranking peso-galo. A americana é a número 14, enquanto Bethe Correia é a 15ª colocada. A brasileira garante que isso não tem importância, mas aproveita para criticar a lista.
- Acho que o ranking nunca foi muito justo comigo, mesma na época que vinha ganhando nunca vi me qualificarem bem. Mas é só um símbolo. Tem gente que nem entra em ranking e já vai disputando título. Não faz diferença e às vezes nem olho. Tem gente que nem teve tanta vitória quanto eu e estava na minha frente. Para mim, o que importa mais é ir lá, vencer, fazer o povo gostar de você, da sua luta, e querer te ver. Para mim não é ranking, ninguém assiste o ranking, assistem à luta - concluiu.
Informações Combate
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| Lutadora paraibana Bethe Correia volta ao octógano no UFC Cidade do México |
- Já tive dificuldades, já tive lutas que bati com mais facilidade, é difícil você dar uma causa só. Não sei se foi por estar há dois anos parada. Acho que lutar no Rio sempre tem uma pressãozinha a mais, é um jogo de coisas. Às vezes o organismo no momento não ajudou. Organismo às vezes funciona em um evento, em outro não funciona tão bem. Quando você fala em perda de peso é complicado, não é matemática. O corpo da gente não é uma matemática exata, foi uma coisa que não deu certo naquela, mas não quero que ocorra de novo - disse a lutadora, que na ocasião do UFC 237 vinha de um período de 23 meses sem lutar.
Bethe avisa que desta vez tem diminuído o peso sem maiores problemas. Ela chegou ao México três semanas antes da luta para se ambientar melhor à altitude de 2.250m.
- Cheguei aqui já tem pouco mais de duas semanas, fiz um cálculo para ficar três semanas até a luta. Muitas pessoas falaram que tiveram problemas com a altitude, muitos atletas chegam antes, então resolvi vir antes para não ter surpresa (...). Estou me sentindo bem melhor também, acho que isso conta muito, estou treinando bem, o peso está baixando bem, não estou tendo a dificuldade que tive na outra luta. Acho que vai dar tudo certo.
A última vitória da lutadora paraibana de 36 anos foi em setembro de 2016, quando bateu Jessica Eye por decisão dividida no UFC 203. Depois, empatou com Marion Reneau e perdeu para Holly Holm e Irene Aldana. Tudo o que ela mais quer é ver de novo o braço levantado ao fim da luta.
- Vejo tudo o que passei como uma experiência. Só me fez ganhar mais experiência. O que deu certo e o que não deu certo. Já passei por muitas coisas, boas e ruins, não tenho nada a reclamar da minha trajetória no UFC, sou veterana, muito experiente. Não é só de vitórias que se faz uma atleta, e agora quero muito sentir meu braço levantado de novo, porque foi só em 2016 (a última vez).
Sempre sob o comando do treinador e marido Edelson Silva, Bethe Correia fez a maior parte de sua preparação na BTT Lagoa, do ex-campeão do UFC Murilo Bustamante, no Rio de Janeiro.
No UFC México, a brasileira terá uma adversária apenas dois anos mais nova, mas ainda em busca de um espaço no Ultimate. Em 2017, Eubanks chegou à final do TUF 26, mas no peso-mosca (até 56kg), mas um problema com a perda de peso a tirou da luta com Nicco Montaño. Na sequência, a americana estreou no UFC e venceu Lauren Murphy e Roxanne Modafferi. Mas ao subir ao peso-galo contra Aspen Ladd, na última luta, perdeu por decisão unânime.
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| Americana Sijara Eubanks será a adversária de Bethe Correia |
As duas lutadoras estão juntas no ranking peso-galo. A americana é a número 14, enquanto Bethe Correia é a 15ª colocada. A brasileira garante que isso não tem importância, mas aproveita para criticar a lista.
- Acho que o ranking nunca foi muito justo comigo, mesma na época que vinha ganhando nunca vi me qualificarem bem. Mas é só um símbolo. Tem gente que nem entra em ranking e já vai disputando título. Não faz diferença e às vezes nem olho. Tem gente que nem teve tanta vitória quanto eu e estava na minha frente. Para mim, o que importa mais é ir lá, vencer, fazer o povo gostar de você, da sua luta, e querer te ver. Para mim não é ranking, ninguém assiste o ranking, assistem à luta - concluiu.
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