A brasileira Beatriz Ferreira conquistou, neste domingo (13.10), a medalha de ouro no Campeonato Mundial de Boxe Feminino, disputado na cida...
A brasileira Beatriz Ferreira conquistou, neste domingo (13.10), a medalha de ouro no Campeonato Mundial de Boxe Feminino, disputado na cidade de Ulan-Ude, na Rússia. O título da categoria até 60kg veio depois de uma vitória incontestável na final contra a chinesa Cong Wang. Bia venceu por decisão unânime e, aos 26 anos, tornou-se a segunda brasileira campeã mundial na modalidade, igualando o feito de Roseli Feitosa, no Campeonato Mundial de Barbados, em 2010.
O ouro de Bia Ferreira, nascida em Salvador em 9 de dezembro de 1992, foi ressaltado por um detalhe que a torna uma das esperanças de medalha, ano que vem, nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. A brasileira foi eleita a melhor atleta da competição, que reuniu 226 boxeadoras, de 56 países.
Para chegar ao título na Rússia, Beatriz Ferreira, beneficiada pela Bolsa Pódio do Governo Federal, venceu cinco lutas. Na estreia, superou Keamogetse Kenosi, de Botsuana, por nocaute técnico. Na sequência, derrotou a venezuelana Omailyn Alcalá por unanimidade. Então, nas quartas de final, superou a russa Natalia Shadrina em uma decisão dividida, que terminou em 3 a 2 para a brasileira. A vitória sobre a russa assegurou vaga na semifinal e, com isso, no mínimo a medalha de bronze já estava assegurada, já que no boxe não há disputa pelo bronze e as perdedoras na semifinal ficam com a medalha.
Na semifinal, Bia triunfou sobre a norte-americana Rashida Ellis e, depois disso, se impôs sobre a chinesa Cong Wang para chegar à histórica medalha de ouro. Além de Bia, o Brasil foi representado por outras duas atletas em Ulan-Ude. Grazieli de Jesus venceu uma luta e perdeu a seguinte, enquanto Jucielen Romeu foi eliminada na estreia.
Na final, Beatriz Ferreira mostrou uma incrível técnica diante da chinesa. Contra uma adversária muito mais alta, a brasileira lutou com muita atenção na defesa, desferindo precisos cruzados de esquerda, fortes diretos e uma perfeita movimentação no ringue.
A rival simplesmente não encontrou Bia no ringue. Suas tentativas de reação apenas provocavam respostas imediatas e muito mais efetivas por parte da brasileira. Foi a coroação de uma atleta de cujo talento é endossado por títulos. Somente em 2019, Beatriz Ferreira foi campeã pan-americana e campeã mundial. Na carreira, ela chegou ao pódio em 24 das 25 competições internacionais disputadas. Um talento que foi lapidado pela equipe técnica da Confederação Brasileira de Boxe (CBBoxe), composta pelo head coach Mateus Alves, Leo Macedo, Mone Lima e Claudio Aires.
Fonte: Rededoesporte
O ouro de Bia Ferreira, nascida em Salvador em 9 de dezembro de 1992, foi ressaltado por um detalhe que a torna uma das esperanças de medalha, ano que vem, nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. A brasileira foi eleita a melhor atleta da competição, que reuniu 226 boxeadoras, de 56 países.
Para chegar ao título na Rússia, Beatriz Ferreira, beneficiada pela Bolsa Pódio do Governo Federal, venceu cinco lutas. Na estreia, superou Keamogetse Kenosi, de Botsuana, por nocaute técnico. Na sequência, derrotou a venezuelana Omailyn Alcalá por unanimidade. Então, nas quartas de final, superou a russa Natalia Shadrina em uma decisão dividida, que terminou em 3 a 2 para a brasileira. A vitória sobre a russa assegurou vaga na semifinal e, com isso, no mínimo a medalha de bronze já estava assegurada, já que no boxe não há disputa pelo bronze e as perdedoras na semifinal ficam com a medalha.
Na semifinal, Bia triunfou sobre a norte-americana Rashida Ellis e, depois disso, se impôs sobre a chinesa Cong Wang para chegar à histórica medalha de ouro. Além de Bia, o Brasil foi representado por outras duas atletas em Ulan-Ude. Grazieli de Jesus venceu uma luta e perdeu a seguinte, enquanto Jucielen Romeu foi eliminada na estreia.
Na final, Beatriz Ferreira mostrou uma incrível técnica diante da chinesa. Contra uma adversária muito mais alta, a brasileira lutou com muita atenção na defesa, desferindo precisos cruzados de esquerda, fortes diretos e uma perfeita movimentação no ringue.
A rival simplesmente não encontrou Bia no ringue. Suas tentativas de reação apenas provocavam respostas imediatas e muito mais efetivas por parte da brasileira. Foi a coroação de uma atleta de cujo talento é endossado por títulos. Somente em 2019, Beatriz Ferreira foi campeã pan-americana e campeã mundial. Na carreira, ela chegou ao pódio em 24 das 25 competições internacionais disputadas. Um talento que foi lapidado pela equipe técnica da Confederação Brasileira de Boxe (CBBoxe), composta pelo head coach Mateus Alves, Leo Macedo, Mone Lima e Claudio Aires.
Fonte: Rededoesporte


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