Considerada por muito como nome quase garantido nos Jogos Olímpicos de Tóquio, Camila Brait não nega o sonho de estar na Olimpíada. Aos 32 a...
Considerada por muito como nome quase garantido nos Jogos Olímpicos de Tóquio, Camila Brait não nega o sonho de estar na Olimpíada. Aos 32 anos e depois de alguns anos longe da seleção brasileira, após dois cortes duros, a líbero é direta quando perguntada sobre estar no Japão. “Estou com uma nova energia, eu quero a Olimpíada, é o que falta na minha carreira”.
O ano de 2016 foi marcante para Camila Brait. Depois de ter vivido bom momento com a seleção brasileira em anos anteriores, segundo a líbero seus melhor desempenho em quadra aconteceu nos Jogos Pan-Americanos de 2015 e no Mundial de 2014, o sonho olímpico acabou na porta da Olimpíada do Rio de Janeiro em 2016. Após um período distante da seleção brasileira, em que também foi mãe, a líbero voltou nesta temporada e é direta sobre o motivo.
“É a volta. A partir do momento que eu escolhi estar aqui e disputar por um lugar, eu voltei com uma outra energia. Depois que eu fui mãe, eu amadureci muito dentro de quadra, de formas que eu não imaginava. Eu passei a liderar muito mais e eu sou grata por isso. Eu vim decidida por brigar para estar lá, eu quero Tóquio”.
Amadureceu
Camila Brait nunca escondeu que ser mãe era um de seus sonhos pessoais. Contudo, como já foi admitido pela líbero em outras oportunidades, o desejo de ter um filho atrapalhou a carreira profissional. Porém, após o nascimento de Alice, a líbero admite um amadurecimento maior que o esperado, dentro e fora da quadra, e um novo motivo para sonhar com a Olimpíada de Tóquio.
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| Camila Brait |
“Está sendo especial. Eu quero uma Olimpíada, é o que falta para mim. Eu quero estar lá por mim, por todo mundo que está comigo, pela minha filha”.
Além de Camila Brait, outra pessoa que elogia o amadurecimento e o novo momento da líbero é José Roberto Guimarães. Além da parte de maturação, o técnico da seleção brasileira valoriza outro aspecto da trajetória de Brait. “Camila Brait, hoje, é uma jogadora que está atravessando um período muito bom em termos de maturidade, de tranquilidade, de uma forma completa. Principalmente depois que se tornou mãe, que veio a Alice. Fez boas Superligas, voltou para a seleção em 2019, depois de dois cortes difíceis emocionalmente. Mas Camila foi uma jogadora que nunca desistiu, que sempre tentou. Vejo a Camila muito mais solta. Ela está em sua plenitude”, disse o técnico.
Fonte: Olimpiada todo dia



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